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quinta-feira, 2 de novembro de 2017
Manuel Maria Carrilho, um dos rostos mais mediáticos de um longo percurso de perseguição e violência doméstica, "frio, arrogante e autoritário", é finalmente condenado, por injúrias, ameaças, ofensas à integridade física e agressão, a 50 000 € de indemnização, frequência de curso de reeducação, e pena de prisão de quatro anos e seis meses
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"O tribunal “considerou que o arguido atuou para humilhar e maltratar física e psicologicamente a assistente [Bárbara Guimarães]”. Alguns dos crimes de Carrilho contra Bárbara Guimarães tiveram lugar “na presença dos filhos menores” ou “em sítios públicos”, “na presença de vizinhos”. O tribunal deu como provado que nas várias situações em que agredia Bárbara Guimarães, Carrilho “não se preocupava com o bem-estar dos filhos, manifestando a intenção de ameaçar a assistente”: “Manifestou visivelmente total indiferença pela integridade física e psicológica dos filhos”, diz a sentença, referindo-se nomeadamente às situações de entrega dos filhos, em que Carrilho insultava Bárbara Guimarães".
sábado, 18 de março de 2017
“O meu agressor anda comigo no bolso”, um estudo de Ana França, no "Observador", sobre o crescente problema do Cyberbullying e do Cyberstalking, em Portugal
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Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ gitanadement Ƹ̵̡Ӝ̵̨̄Ʒ
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ϩєrᵱєn†inΔ
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"O gozo, a ofensa, a violência psicológica, as críticas, as ameaças e a chantagem acontecem 24 horas por dia, sete dias por semana, no ecrã de um telemóvel do qual os jovens estão cada vez mais dependentes. O cordão que os liga ao mundo onde estão os seus agressores serve também como principal escape a essa agressão.
As marcas não desaparecem nunca, porque da internet nada desaparece nunca. O direito ao esquecimento é fundamental para quem sofre de cyberbullying, já foi aprovado por todos os países da Europa, mas é preciso que o caso chegue a tribunal. A lei, em Portugal, já considera o bullying e o cyberbullying como crimes, puníveis com pena de prisão até cinco anos quando o agressor é maior de 16 anos".

