Um monstro refém das insónias

Uma sombra que não dorme e fez de si um alvo de sedução e agressões

Alguém que acedeu aos seus dados pessoais

Uma transtornada, sem respeito pelas regras do privado e do convívio social

Uma histeria epilética a ameaçar-lhe vida e obra

Sufocada pelos vómitos de uma linguagem escatológica

Uma sonâmbula incestuosa gangrenada por traumas religiosos

Uma obcecada com imagens revoltantes e fantasmas sexuais com o próprio filho

Uma besta que lhe espezinha os afetos, contactos e hábitos

Um caso anormal, que lhe invade as amizades, envia emails em seu nomes e está, ano após ano, a pensar permanentemente em si

Uma mente perversa apostada em envenenar-lhe a existência

O diário de uma sedução falhada mergulhada no crime

Um ser disforme mascarado pela capa diária da normalidade

Um problema de saúde pública, avidamente ao seu lado, apenas à espera da noite, para voltar a atacar

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quinta-feira, 1 de novembro de 2018

90 anos da seita Opus Dei, uma escola silenciosa de auto flagelação, tortura psicológica, vinganças e perseguições






"Mesmo não tendo o Opus Dei nenhum plano para interferir na política ou nos negócios, admite que as casas e as estruturas do Opus Dei possam servir, muitas vezes, de atmosfera onde estas relações se estabelecem e se exteriorizam para fora do Opus Dei?

As atividades do Opus Dei estão abertas a todo o tipo de pessoas. Admito que alguma pessoa se aproxime procurando obter algum favor por outras vias, pelos conhecimentos que possa travar aí. Mas uma pessoa que vá com essa intenção rapidamente se apercebe de que aí não vai tirar nada".

domingo, 30 de julho de 2017

Denúncia caluniosa, um meio português da perseguição obsessiva. Como exemplo, dados atuais revelam que 40% das denúncias associadas a criminalidade sexual são falsas

"Inventam crimes por vingança, por interesse ou para tentar esconder gastos ou infidelidades. Dizem ter sido sequestrados, roubados ou raptados quando, na realidade, tudo não passou de uma história construída. Na prática, cada um destes casos obriga a Polícia Judiciária (PJ) a empenhar recursos em crimes inexistentes, prejudicando a investigação de outros bem reais. Na criminalidade sexual, entre violações e abusos de menores, cerca de 40% dos inquéritos abertos revelaram-se falsas denúncias, motivadas por retaliações e conflitos".

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