segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Cyberstalking, uma patologia assente na "sedução" doentia do "borderline", no falso reconhecimento da vítima, nos erros da perseguição obsessiva das suas relações, e no abismo do múltiplo cometimento dos crimes informáticos


A patologia padrão do Cyberstalker: sustentada pelo seu esqueleto "borderline", o carrasco identifica o alvo, através do "falso reconhecimento" do seu distúrbio esquizofrénico, com atenções e pressões excessivas, permanentes emails, cuidados despropositados, e o cerco dos amigos, parentes e todas as pessoas envolventes, com o fito de recolher informações sobre a vítima, para, na situação de rotura, a poder dominar, quer pela ameaça, chantagem ou difamação. Cuide de si, por que poderá já ser o próximo. (Para ler mais aqui)

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