sábado, 29 de outubro de 2016

3 comentários :

  1. Não é por acaso que publico hoje o caso de Laurie Gough, uma escritora vítima de perseguição, apenas pela sua notoriedade social.

    Nos novos patamares de visibilidade permitidos pela Internet, as velhas pulsões da inveja e da negatividade foram brutalmente potenciadas. O tema é bem tratado pela autora: "In a world that’s supposed to be so connected, perhaps some are left more disconnected than ever. Maybe they’re feeling some kind of primordial upheaval of inner collective rage and lashing out online is the best way to express it."

    Esta criatura, que num qualquer momento das suas expectativas sonhou com ser discípula de Christopher Bochmann, acabou sepultada viva no lodo de um subúrbio de pescadores. Só se vive uma vez, e ela sabe disso. O tempo em que poderia aspirar a mais cessou, e a única maneira de procurar visibilidade que encontrou foi insistir em conspurcar a notoriedade e aceitação dos outros.

    No retrato que está publicado no "Issuu", isso fica grafado para sempre. Parece ter agora chegado a outra visibilidade, mas a do estigma social e da penalização judicial. Acabará, de aqui a 50 anos, nas biografias das criminosas do "Expresso".

    Fraca consolação para o tal filho menor, quando já for maior, e for informado deste horror todo...

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  2. Sofia Bochmann, em busca de pissada com caril.

    Se a teve marido (ainda) não sabe

    KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

    :-))))))))))))))))

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